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Presentes, dopamina e ocitocina: o que acontece no cérebro quando se ganha um mimo

  Ganhar presente ativa no cérebro circuitos que liberam dopamina, associada à recompensa e motivação, e ocitocina, ligada à confiança e vínculo social.  Ganhar presente é mais do que um gesto social: é uma experiência que envolve respostas neurobiológicas...

6 minutos de leitura
Publicado em: 10 de fevereiro de 2026 Atualizado em: 6 de fevereiro de 2026

Presentes, dopamina e ocitocina: o que acontece no cérebro quando se ganha um mimo

 

Ganhar presente ativa no cérebro circuitos que liberam dopamina, associada à recompensa e motivação, e ocitocina, ligada à confiança e vínculo social. 

Ganhar presente é mais do que um gesto social: é uma experiência que envolve respostas neurobiológicas complexas. Quando recebemos um mimo, o cérebro ativa regiões associadas à recompensa e à conexão social. Essas respostas influenciam emoções, relações interpessoais e até motivação para repetir comportamentos. 

Entender como isso funciona ajuda a pensar o reconhecimento — seja entre amigos ou no ambiente de trabalho — de forma mais estratégica. 

Como o cérebro responde quando se recebe um presente

Quando algo agradável acontece, como ganhar um presente, o cérebro ativa sistemas de recompensa. Esses sistemas envolvem principalmente a dopamina, um neurotransmissor associado à sensação de prazer e motivação. 

Pesquisadores como Wolfram Schultz, da Universidade de Cambridge, mostraram que neurônios dopaminérgicos sinalizam diferenças entre o que esperamos receber e o que recebemos de fato, gerando a sensação de recompensa quando essa diferença é positiva. 

Dopamina: o motor da motivação

A dopamina foi descrita como “a química da recompensa”: ela aumenta quando experimentamos algo prazeroso ou inesperado — como ganhar um presente que nos agrada.

Esse processo não ocorre apenas em situações hedonísticas, mas em todas as experiências em que somos reforçados por estímulos positivos ou reconhecimento social. 

No trabalho, por exemplo, quando um colaborador é elogiado ou recebe um mimo por um feito, essa liberação de dopamina está associada não só ao prazer do momento, mas também a um reforço do comportamento que foi reconhecido, incentivando a repetição de atitudes desejadas. 

Ocitocina: o elo do vínculo social

A ocitocina é um neuropeptídeo frequentemente chamado de “hormônio da confiança” ou “molécula do vínculo”. Ela aparece em estudos que exploram como interações sociais íntimas e positivas impactam o cérebro. Em revisões científicas, a ocitocina tem sido associada a comportamentos sociais como confiança, cooperação e empatia. 

Embora muitas pesquisas sobre ocitocina usem administração intranasal para analisar efeitos, o consenso científico é que variações naturais desse hormônio no cérebro modula comportamentos sociais e respostas à recompensa social.

Isso ajuda a explicar por que um presente simbólico pode criar ou fortalecer vínculos — porque ele ativa, ainda que de forma sutil, circuitos que reforçam confiança e conexão. 

Confira também: CLT premium: o que é e por que as empresas devem ficar de olho

 

Presentes, dopamina e ocitocina: o que acontece no cérebro quando se ganha um mimo

 

O que a ciência diz sobre recompensa social e comportamentos

Estudos em neurociência social mostram que interações sociais positivas — como receber atenção, elogios ou presentes — ativam o circuito de recompensa do cérebro. Uma revisão publicada na PMC analisa como interações sociais produzem sensações de recompensa e quais áreas do cérebro estão envolvidas nessas respostas. 

Essa resposta não é apenas emocional: envolve aprendizado e reforço de comportamentos. 

Quando um gesto positivo acontece, o cérebro registra não só a sensação de prazer, mas também associa esse sentimento ao contexto social e ao agente que proporcionou a experiência.

Em termos práticos, isso significa que a sensação de bem-estar ao ganhar presente está ligada a mecanismos que favoreceram a sobrevivência social ao longo da evolução humana — reconhecer, confiar e cooperar com outros aumentava as chances de viver e prosperar em grupos.

Confira também: Prêmio não é salário: como a reforma trabalhista abriu espaço para novos incentivos

 

Por que reconhecimento importa também no ambiente profissional

No ambiente de trabalho, reconhecimento e recompensas acionam o mesmo sistema de dopamina responsável por respostas agradáveis em outras áreas da vida. Isso tem implicações diretas em motivação, engajamento e aprendizado de comportamentos associados ao sucesso coletivo. 

Quando colaboradores recebem reconhecimento — seja verbal, simbólico ou material — o cérebro interpreta essa ação como um reforço social. Ele armazena a experiência não apenas como algo agradável, mas como um sinal de que aquela atitude ou resultado vale a pena ser repetido. 

Confira também: Presente para tempo de empresa: guia prático para reconhecer veteranos

Construindo confiança e pertencimento

O efeito da ocitocina sobre comportamentos sociais ajuda a explicar por que o reconhecimento sincero constrói relações de confiança. 

Pessoas que se sentem valorizadas tendem a desenvolver maior engajamento com o grupo e com os objetivos comuns, refletindo uma maior coesão social e sensação de pertencimento. 

Presentes e reconhecimento no contexto organizacional

Enquanto um presente sozinho pode trazer alegria momentânea, o que realmente fortalece relações e motivações no ambiente corporativo é a conexão emocional e o significado atribuído ao gesto.

Por isso, ações de reconhecimento que vão além do material — que são personalizadas, explicativas e alinhadas aos valores da empresa — tendem a ter um impacto maior e mais duradouro.

Confira também: Como criar ações de premiação transparentes, justas e juridicamente seguras

Uma ferramenta prática: cartão pré-pago Pay X

Uma forma de aplicar esses insights em reconhecimento corporativo é através de soluções como o cartão pré-pago Pay X. Com ele, empresas podem:

  • Personalizar cartões com a marca da empresa e campanhas específicas;
  • Utilizar seis versões diferentes com funcionalidades adaptadas;
  • Permitir que colaboradores escolham como usar o valor recebido;
  • Centralizar a gestão de premiações, incentivos e despesas corporativas em um único painel.

Essa flexibilidade incorpora princípios neurobiológicos de autonomia e recompensa: a pessoa não recebe apenas um presente, mas a liberdade de escolher como aproveitar essa recompensa, o que reforça dopamina e ocitocina de forma mais eficaz do que um presente padronizado.

Transformar a gestão de premiações e incentivos com o Pay X significa usar a compreensão do cérebro humano para promover reconhecimento que realmente engaja, motiva e fortalece relações dentro da empresa.

 

Presentes, dopamina e ocitocina: o que acontece no cérebro quando se ganha um mimo

 

Exemplos de aplicação no dia a dia

Imagine um colaborador que atingiu uma meta importante. Ao receber um cartão pré-pago personalizado com uma mensagem de agradecimento e a liberdade de escolher como usar aquele valor, o cérebro dele não só registra a recompensa, como também associa a experiência ao reconhecimento social. 

Reconhecimento espontâneo

Em situações do cotidiano — ajudar um colega, sugerir uma melhoria, demonstrar atitude exemplar — um gesto de agradecimento imediato tem impacto diferente do reconhecimento tardio ou genérico. Ele ativa dopamina no momento certo e associa a atitude ao reforço social positivo.

Confira também: Funcionário do mês: 3 exemplos de como implantar (sem gastar muito)

Benefícios além do momento do gesto

Quando uma empresa pensa estrategicamente sobre reconhecimento, com base em como o cérebro processa recompensa e vínculo, os benefícios vão além do instantâneo:

  • Engajamento sustentável: colaboradores motivados tendem a se dedicar de forma mais consistente;
  • Redução de rotatividade: sentir-se reconhecido está ligado a maior satisfação no trabalho;
  • Melhoria no clima organizacional: reconhecimento consistente reforça confiança mútua entre equipes e liderança.

Portanto, ganhar presente ativa no cérebro sistemas de recompensa e vínculo social, liberando dopamina e ocitocina de maneiras que explicam por que sentir-se valorizado é tão poderoso. 

O reconhecimento certo, na hora certa, muda tudo — e o Pay X está aqui para facilitar esse processo. Com ele, sua empresa personaliza campanhas, entrega autonomia aos colaboradores e ainda simplifica a gestão de prêmios e incentivos. Tudo com controle, agilidade e propósito.

Fale agora com o time da Incentive e conheça o Pay X na prática!

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Índice

  • Como o cérebro responde quando se recebe um presente
  • O que a ciência diz sobre recompensa social e comportamentos
  • Por que reconhecimento importa também no ambiente profissional
  • Construindo confiança e pertencimento
  • Presentes e reconhecimento no contexto organizacional
  • Uma ferramenta prática: cartão pré-pago Pay X
  • Exemplos de aplicação no dia a dia
  • Benefícios além do momento do gesto

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