O engajamento de colaboradores em queda está em níveis preocupantes? Casos como Havan, Cimed e Gupy mostram que premiar colaboradores aumenta participação e retenção.
Engajamento de colaboradores em queda é uma realidade que muitas empresas já estão enfrentando no dia a dia. Metas batidas com menos entusiasmo, equipes mais silenciosas e uma sensação constante de esforço alto com retorno emocional baixo.
Não é falta de capacidade. Na maioria das vezes, é falta de reconhecimento.
Ao mesmo tempo, empresas que entenderam esse movimento estão reagindo de forma prática. Em vez de discursos motivacionais ou ações isoladas, elas estão investindo em programas de incentivo com lógica, critério, previsibilidade e, claro, premiações corporativas que fazem os olhos brilhar.
E os resultados começam a aparecer rápido: mais participação, mais entrega e um ambiente que volta a fazer sentido para quem está dentro. Vamos ver alguns casos reais e como reverter o tão temível engajamento baixo!
Causas da queda no engajamento de colaboradores
O engajamento no trabalho não cai do nada. Ele vai sendo corroído por alguns fatores recorrentes:
- Falta de reconhecimento proporcional ao esforço
- Metas que não conversam com recompensas reais
- Programas inconsistentes (ora existem, ora somem)
- Premiações sem valor percebido
- Falta de transparência sobre critérios
Quando isso acontece, o colaborador entra no ‘modo automático’. Ele entrega o mínimo necessário. Não porque quer, mas porque não vê sentido em ir além.
Agora vem o ponto importante: empresas que estruturam reconhecimento de forma contínua com premiações corporativas atraentes conseguem motivar as equipes e mudar esse cenário com rapidez.
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Havan: cartão de premiação para quem inova e para quem não falta
A Havan construiu ao longo dos anos um programa de premiação focado em inovação. O chamado “Inova Havan” convida colaboradores a sugerirem melhorias reais para a empresa.
Mas o diferencial não está só em ouvir ideias. Está em reconhecer. Projetos aprovados recebem destaque e premiação em cartão pré-pago. Existe um prêmio formal pago para inovação, que valoriza quem contribui de verdade para o crescimento da empresa.
O resultado é direto:
- Colaboradores participam mais
- Ideias deixam de ficar “na cabeça” e viram ação
- O reconhecimento passa a fazer parte da cultura
Não é um incentivo corporativo pontual. É um sistema. E é exatamente isso que muda o engajamento.
Premiação por assiduidade
A Havan também trabalha com reconhecimento direto e frequente através da premiação por assiduidade. Em 2025, mais de 23 mil colaboradores receberam um cartão de premiação de R$ 500 como presente de Natal. A iniciativa alcançou todos os funcionários ativos e reforçou uma lógica simples: valorização baseada em presença e desempenho ao longo do ano.
Segundo a própria empresa, apenas em um ano, os prêmios de assiduidade somaram cerca de R$ 26 milhões. Além disso, o Programa de Participação nos Resultados (PPR) já distribuiu mais de R$ 120 milhões, funcionando, na prática, como um “14º salário”. Em alguns casos, os incentivos de assiduidade chegam a ser percebidos como um “15º salário”.
O que chama atenção aqui não é apenas o valor investido em premiação, mas a consistência. O colaborador sabe que existe um sistema de reconhecimento. Sabe o que precisa fazer. E, principalmente, acredita que será reconhecido.
Esse tipo de previsibilidade muda o comportamento. O engajamento deixa de depender de motivação momentânea e passa a ser sustentado por um modelo claro de recompensa.
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Cimed: Pix e cartão premiação para quem arrasou na performance profissional
A estratégia da Cimed para reconhecer e premiar colaboradores tem sido criativa e bem engajada.
Um dos exemplos mais interessantes de campanhas de premiação é a adaptação interna do “Caminhão do Domingão”. Depois do sucesso da campanha em rede nacional, com distribuição de prêmios milionários, a empresa trouxe o conceito para dentro de casa, transformando a ação em uma estratégia de engajamento entre os colaboradores.
A dinâmica envolveu colaboradores de escritórios, centros de distribuição e da fábrica. Ao longo de cinco meses, cerca de 3.500 pessoas participaram de desafios em etapas. No final, cinco finalistas disputaram o prêmio em uma prova presencial, com clima de programa de TV.
O resultado foi direto: um colaborador premiado com um Pix de R$ 30 mil e outros reconhecidos com um cartão de premiação de R$ 200.
A experiência foi pensada para gerar expectativa, participação e conexão emocional entre os colaboradores. A final, realizada na fábrica da Cimed em Pouso Alegre, reforçou esse movimento, com liderança presente e entrega simbólica do prêmio.
A lógica é simples: transformar reconhecimento em premiação visível, desejada e compartilhada.
Esse tipo de campanha de premiação cria um efeito importante dentro das equipes. O colaborador não apenas recebe, ele acompanha, torce, participa e se envolve.
No fim, a Cimed trabalha com duas frentes que se complementam quando falamos de premiação corporativa:
- Reconhecimento emocional (histórias, desejos, experiências)
- Reconhecimento estruturado (desafios, metas e premiações)
Gupy: pontos que viram prêmios (literalmente)
A Gupy traz uma abordagem interessante quando o assunto é premiação corporativa: o reconhecimento não vem só da liderança, ele circula entre o próprio time.
Com o sistema interno chamado Gupy Coins, cada colaborador recebe mensalmente uma quantidade de “moedas” para distribuir entre colegas. O critério não é meta formal, mas comportamento alinhado à cultura da empresa.
Na prática, funciona assim:
- Um colaborador reconhece outro por uma atitude do dia a dia
- Esse reconhecimento fica visível em um mural interno
- Outros colegas podem interagir e reforçar esse reconhecimento
- As moedas acumuladas podem ser trocadas por premiações
Como o reconhecimento está ligado a valores da empresa — como colaboração e apoio entre colegas — ele deixa de ser subjetivo e passa a reforçar comportamentos desejados.
Esse modelo também reduz um problema comum em programas tradicionais: a percepção de injustiça. Quando o próprio time participa do processo, o reconhecimento ganha legitimidade.
O que esses exemplos têm em comum
Apesar de diferentes, todos esses casos compartilham três pilares:
- Reconhecimento claro — o colaborador entende o porquê da premiação
- Valor percebido — o prêmio faz sentido na vida real
- Consistência — não é uma ação isolada
E é exatamente aqui que muitas empresas erram. Elas até querem incentivar, mas fazem isso de forma pontual, sem estrutura e, muitas vezes, sem segurança jurídica.
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Onde muitas empresas erram na hora de premiar funcionários
Nem toda premiação corporativa é segura. E esse é um ponto crítico. Premiações mal estruturadas podem ser interpretadas como salário. E isso gera um grande problema. Os principais riscos são:
- Pagamentos frequentes que parecem remuneração fixa
- Falta de critérios claros e documentados
- Distribuição desigual, sem transparência
- Uso de meios inadequados (como cartão alimentação)
Sim, esse último ponto é comum — e perigoso. Pagar premiação no cartão alimentação pode parecer prático. Mas a justiça pode entender isso como salário. O resultado são encargos retroativos, multas e até processos trabalhistas.
Aqui entra um princípio que precisa ficar claro: prêmio não é salário. Para ser considerado indenizatório, ele precisa seguir critérios específicos. Sem isso, o risco jurídico deixa de ser teórico e passa a ser financeiro.
Como fazer programa de incentivo que funciona e tem respaldo jurídico
Para fazer um programa de incentivo com eficiência e respaldo jurídico, o primeiro passo é contratar uma empresa especializada em soluções de premiação. A Incentive é líder em premiações corporativas e possui tudo estruturado de forma segura e com menor risco jurídico para a empresa. Feito isso, é hora de criar o programa de incentivo:
- Defina critérios objetivos – o colaborador precisa saber exatamente o que precisa fazer para ser reconhecido;
- Estabeleça frequência adequada – reconhecimento não pode ser raro. Pequenas conquistas também precisam entrar na conta;
- Garanta transparência – resultados, pontuação e critérios precisam estar claros para todos;
- Ofereça liberdade de escolha – quanto mais personalizado o prêmio, maior o impacto;
- Use soluções seguras – aqui está o ponto que sustenta tudo. Sem segurança jurídica, qualquer programa pode virar problema.

Conheça as premiações corporativas da Incentive para resolver o engajamento em baixa
A Incentive atua exatamente na parte mais sensível do processo: o pagamento da premiação corporativa, com estrutura, controle e segurança jurídica. Seja premiações individuais ou por equipes, veja as soluções oferecidas:
Club Pontos: plataforma de prêmios para colaboradores e parceiros
Nem todo mundo quer o mesmo tipo de prêmio. E isso precisa ser considerado. O Club Pontos é uma plataforma de prêmios preparada para todos os tipos de campanhas.
A empresa define as regras e paga a premiação. O sistema converte esse valor em pontos. E o colaborador escolhe como usar sua premiação:
- Produtos
- Vale-presentes
- Serviços
- Experiências
O Club Pontos resolve um problema clássico: prêmios que ficam esquecidos, como bloquinhos de anotações, canetas e ecobags. Quando existe liberdade de escolha, o engajamento aumenta naturalmente. E, ao mesmo tempo, a empresa mantém controle e padronização.
Pay X: cartão premiação para colaboradores e PJs
Para empresas que precisam de mais flexibilidade, o cartão premiação Pay X centraliza premiações, incentivos e até despesas corporativas em um único cartão. Entre os diferenciais estão:
- Cartão premiação personalizado com a marca da empresa
- Cartão com uso nacional e internacional (bandeira Visa)
- Seis opções de cartões para diferentes objetivos
- Painel de gestão completo
Pix Premium: pagamentos rápidos e seguros
Muitas ações de premiações corporativas acontecem em tempo real ou exigem agilidade na hora do pagamento. O Pix Premium permite pagamentos rápidos e é perfeito nessas situações. Isso significa:
- Agilidade na entrega do reconhecimento
- Segurança jurídica no processo
- Controle e rastreabilidade
É uma solução direta para premiações pontuais ou campanhas de incentivo mais dinâmicas.
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Segurança jurídica na hora de pagar premiações corporativas
Vale reforçar esse ponto, porque ele costuma ser ignorado. Premiar não é só pagar. É pagar da forma correta. Sem estrutura, a empresa pode enfrentar:
- Encargos trabalhistas retroativos
- Multas
- Processos judiciais
- Perda de credibilidade interna
Com soluções adequadas, como as premiações corporativas da Incentive, mantém-se o caráter indenizatório, sem o risco do prêmio virar ‘direito adquirido’. Isso significa que:
- Não integra salário
- Não gera INSS, FGTS ou reflexos trabalhistas
- Mantém a empresa em conformidade
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Benefícios de investir em premiações corporativas e ações de incentivo
Quando os programas de incentivo são estruturados da forma certa, os efeitos aparecem rápido:
- Mais participação nas metas
- Melhora no clima organizacional
- Redução de turnover
- Aumento da produtividade
- Maior conexão entre esforço e recompensa
E, principalmente, o colaborador volta a enxergar sentido no que faz. Engajamento não melhora com discurso. Ele responde a estímulo real.
Empresas como Havan, Cimed e Gupy já entenderam isso. Cada uma do seu jeito, mas todas com um ponto em comum: reconhecimento com pagamento de premiações corporativas que despertam interesse dos funcionários!
Se a sua empresa está lidando com engajamento de colaboradores em queda, o caminho não passa por mais comunicação interna ou campanhas isoladas. Passa por criar um sistema de incentivo corporativo consistente, seguro e com premiações atraentes.
A Incentive tem mais de 40 anos de experiência em premiações corporativas e pode ajudar sua empresa a dar aquele ‘up’ no engajamento. Fale com um dos consultores e conheça nossas soluções!

